Sexo, Sangue e Rock N' Roll
De uns tempos pra cá, vampiros tem sido a nova febre e não há para onde correr ou se esconder. Vou comentar os dois extremos que vivem sendo comparados, Crepúsculo e True Blood. A velha discussão de "quem é melhor" fica por sua conta, ou não.
Minha preferência sempre foi True Blood, mas apenas a série da HBO, pois não tive saco para ler o livro, a narrativa lembra Crepúsculo (apenas a narrativa! Não me ataquem). Vou pular sinopses porque meu objetivo aqui é outro, um dia chego lá.
Série de vampiro é o que mais tem por aí, entretanto, pelo menos até agora, apenas True Blood e essa tal Vampire Diaries (baseada no livro de mesmo nome) tem caído no gosto da galera. Até acho que Vampire Diaries é entendido como um "não tem tu, vai tu mesmo", já que a série do canal CW esteve sendo exibida durante as férias/gravações da terceira temporada de TB. Nunca assisti, então não vou falar sobre.
Como disse antes, não vou dizer quem é melhor entre nossos principais "combatentes". É uma questão de opinião própria e cabe a você ter a sua. Vou começar por True Blood. A série mostra os vampiros mais realistas que já vi. O começo da primeira temporada pode afastar as pessoas que não estão acostumadas a cenas quase explicitas de sexo, mas foram trabalhando nisso, o mesmo vale para o roteiro e a péssima atuação da protagonista Sookie (Ana Paquin). Tá, a Paquin continua uma péssima atriz, mas, ao contrário do livro, a história mostra um pouco de cada personagem da cidade de Bon Temps. A série trabalha muito bem no que é ser um vampiro, e como seria a "vida" deles na sociedade, mesmo que explorando uma cidade pequena e caipira.
Crepúsculo. Cara, o quê falar de Crepusculo? Certo, li parte do primeiro livro assim como assisti ao primeiro filme, fora isso o que sei foi conversando com pessoas que gostam. Primeira coisa que não me agradou: a narrativa. O livro parece um diário de uma guria com 13 anos. Palavras simples demais para um livro de literatura infanto-juvenil. Na época, aguentei apenas 43 páginas. Valendo lembrar que a escritora NÃO gosta de vampiros (palavras dela, podem pesquisar) e por isso criou a saga. Vou ser breve quanto ao primeiro filme: simples, ótima fotografia, mas peca muito nas atuações e nos (d)efeitos especiais. Dizem que a coisa melhorou no "Lua Nova", mas Eu que não vou comprovar.
Colocando as cartas na mesa. O problema de Crepúsculo são as fãs ridículas. Elas agem como se Edward fosse um deus, o cara mais lindo do universo, não tem senso crítico: se escutam "não gosto de Crepúsculo" fazem pirraça, emburram, xingam. A história tem pontos ridículos e contradiz tudo que aprendemos sobre vampiros, lobisomens e afins, mas ela tem um público alvo: crianças. Não tem cabimento um adulto querer ler os livros esperando por algo foda e revolucionário. Ainda quero falar um pouco sobre fãs, vou encaixar aqui mesmo e que se danem as regras de redação. Não aguento ver mulheres com seus 30 anos e gurias na faixa de 17 a 20 anos se acabando por causa de algo romântico-paranormal voltado à crianças. Cresçam, gurias. Não vou generalizar, nem todas as fãs de Crepúsculo são dessa maneira, assim como muitos fãs de qualquer outra coisa podem ser bem escandalosos. Esse são o tipo de gente que estragam nossos entretenimentos.
Onde está o Rock N' Roll? Em nossos corações.
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