O Twitter se tornou a maior fonte das campanhas mais ridículas e hipócritas que já vi. Essa bosta toda começou com "Cala a Boca, Galvão": um bando de masoquistas que não gostam de Globo e muito menos do narrador assistindo só para falar mal. O pokemon evoluiu para "Dia Sem Globo" quando o Dunga xingou muito o reporter Tadeu Schmidt, assim, ao vivo e na lata. Reconheço que foi uma atitude foda, pois a emissora vivia chamando o cara de burro, assim como muitos telespectadores babacas. Parte desses telespectadores são os envolvidos nas campanhas já citadas. Ah, sim: o canal se fez de vítima, é claro!
Um dia desses, por expor minha opinião via Twitter, fui chamado de "infectado" pelo perfil da campanha, como se Eu assistisse ao canal. Eu odeio qualquer emissora. A TV só ganha minha atenção quando resolvo assistir a um DVD ou jogar meu PS2. A questão é: não adianta você jogar 500 estatísticas na cara de uma pessoa que assiste a TV, não adianta mesmo, ela nem vai ligar e vai esquecer tudo em questão de segundos. Pessoas que não assistem já não assistem e pronto. Ninguém precisa saber dos pobres. É como nas religiões, tenta convencer um cristão que seu Deus não existe. Religiões são besteira, são produtos, mas e daí? Se ela acredita, não há NADA que possa ser feito para mudá-la de lado.
Nós, que podemos assistir a filmes, séries, documentários e vídeos no PC temos uma enorme facilidade em não sentir falta da TV. Nem todos têm tais recursos. Há 4 anos Eu mal tinha um PC. Desde novo só ligava a TV para jogar (PS1, na época) e ver meus desenhos, mas antes lia livros. Caía dentro na porra do Harry Potter. Sim, Eu lia HP e tenho todos os livros, não tenho vergonha disso. E, claro, estudava.
Às pessoas que pensam estar revolucionando algo com seus rabos sentados numa cadeira (menos os paraplégicos) façam como nos "putas velhos tempos": SAIAM ÀS RUAS! Gritem, toquem terror (sem destruir ou machucar o próximo, porra!), rasguem suas malditas gargantas e descruzem os braços. Ou vão todos tomar no--





Um comentário:
Atualmente, os conteúdos exibidos na TV não são realmente muito louváveis. Há muita bobagem, consumismo e pautas mal preparadas, além, é claro, do já conhecido sensacionalismo. Canas abertos a toda a população não exibem programas que contribuam em praticamente nada à seus telespectadores, exceto aqueles que gostam de se sentar em frente a tv depois de chegar do trabalho/aula e apenas vegetar na frente da tela azul, sem se preocupar com o que vai para o seu subconsciente. Não acredito que a tv seja o mal da atualidade, mas sim, as pessoas por tras dela, os individuos que conduzem os programas que chegam as casas de pessoas que, ao pensar em mobiliar uma casa, pensam antes na tv e depois na geladeira, fogão e por ai vai...Se essa geração se auto intitulada tão ligada e conectada, por que não revolucionar o que seus pais e seus filhos irão ver na televisão?
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